Inversión en televisión, grp’s, year to date, sell-out, incremento de 4 puntos de market share, sell-in muy alto, roi fatal, protect the profit, focus on volume generating activities, budget prioritization, reach core target and A+B consumers, build awareness and trial while mantaining base business, que queda y que no queda……………….
Estou tão farto desta merda. Tããaao farto…
There must be someway out of here… is there anybody out there? I need to be rescued asap!! Mayday mayday!! $#&#$&#$%”&”$&
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15 comments:
Citando o livro que estou a ler do Douglas Coupland:
Bethany: "...and is working at Staples a career? I can't believe the government even classifies what we do as a job. A job is something you can do for life. A job has some dimension of hope to it."
Ou no mesmo livro: "My name is Roger Thorpe and I'm the oldest Staples inmate (scratch that part), I mean employee."
Bottomline, we're all hopeless inmates.
Espero ter ajudado.
resposta com outro post...
e para rematar: "all paid jobs absorb and degrade the mind" (Aristoteles)
Isso quer dizer que devíamos trabalhar de graça..? Em nome do Aristóteles vou já montar uma empresa!!!Ninguém recebe! :-)
Mas aqui vai uma qoute na esperança de atender ao teu pedido de "mayday":
"Nothing is permanent in this wicked world - not even our troubles."
Charlie Chaplin
ou se não servir, aqui fica outra:
"When the government violates the people's rights, insurrection is, for the people and for each portion of the people, the most sacred of the rights and the most indispensible of duties."
Marquis de Lafayette
(acho que agora a seguir, vem ai o Sérgio com um dos seus posts a dizer que isto está a ficar demasiado qualquer coisa...am I right?)
portanto a solução é stop bitching or start a revolution...or maybe both.... hhhmmm...interesting... iiinterestiiing...
i want to be the middle man...
Continuando na senda dos quotes...
"You can leave the rat race, but you're still a rat"...
muahahahah!
(nem sem onde é que vi isto, no facebook do Macoy? too lazy to go check it)
Quanto à revolução, eu posso ser o gajo que é entrevistado para a TVI e diz "eu não percebo, eles eram tão pacatos, faziam boa vizinhança..."
MacCoy,
São duas possíveis soluções, ou pelo menos, posturas em vias de as conseguir. Existem muitas mais com certeza, por ex. podes tirar o curso de programador on-line nas poucas horas vagas que te restam, tipo deixas de ir ao wc, ou de fumar cigarros ou de falar ao telefone/msn/facebook com a namorada. Não sugiro prescindires das horas de almoço, porque essas já são mais as vezes que não as conseguimos tirar que outra coisa, portanto já não dá. Mas enfim, continuando, depois de te tornares um técnico especializado, infiltras um bug viral no sistema operativo central que destrói o server e acaba com todos os backups e dados da tua empresa. O teu patrão farta-se e vai viver para as canárias, onde tem a conta off-shore feita à conta da massa que juntou das horas -extra que deixou de pagar aos empregados sob o pretexto da crise. Tu piras-te com o BMW dele e inscreves-te no centro de emprego da tua área. Ficas a receber o escalão máximo e vendes as canetas Dupont de outro que encontraste no porta-luvas do buloide, juntamente com a colecção de medalhinhas de prata oferecidas pelo BES. Crias um pé-de-meia, casas-te, e vais viver para o Alentejo onde te passas a dedicar à criação de caracóis, juntamente com a mulher e os teus 8 filhos. Mas claro, com todo o tempo do mundo o que te permite continuares a vir aqui escrever no teu belo blogue!
boa...ou adormeceste na linha 2.545.654.535...?
Konhama, "no meio é que está a virtude", are U sure que é mesmo isso que queres ser?
:-)
Johnny Walker, "when you're not wrong, you still aren't right"...(inventei agora mesmo).
(também és um facebookiano, portanto)
Quanto à revolução alinho! Posso ser a empelastra que está atrás de ti com um placar no qual escreveu com caneta de feltro rosa-shock, "amo-ti Jorge Emanuel, hoje, sempre e amanhã"..?
E voltando ao principio,
Acredito, talvez não passe de uma idealista, que podemos mudar-nos a nós e ao que está à nossa volta. Seja pela postura, ponto de vista ou pela acção, que convém ser antes pensada. Agir em função de nada, também não nos leva a lado nenhum, não é?
johnnie, a expressão correcta é "even if you win the rat race, you're still a rat"...
b, acredito que criação de caracóis poderá ser mais fulfilling que o "paid job" (trabalhar para os outros). E porquê ter que passar pelos testes todos (programador virtual, gamar o bmw ao chefe, etc) para lá chegar?
Por outro lado, infelizmente, não sei se é assim tão fácil mudarmo-nos a nós próprios...não será mais fácil adaptar as circunstancias a nós próprios do que nós próprios às circunstâncias?
O problema é perceber qual o cenário ideal. Será que criar caracóis é a solução?? Aqui impõe-se outro quote:"L'enfer c'est nous mêmes" (ou Camus ou Abbé Pierre)...
E enquanto não se perceber qual o cenário ideal para nós próprios o melhor será ir vivendo in the middle como diz o konhoma, até chegar a salvação ou qq género de epiphany...
ou não...
whatever...
sei lá...
MacCoy, acreditas tu e e acredito eu. E sim, não é preciso tanto, basta um "sim" ou "não" passado à pratica. creio que "adaptar as circunstancias a nós próprios" ou "nós próprios às circunstâncias" pode ser igualmente difícil, simplesmente porque é mudar. o mais fácil, ou cómodo, parece-me ser o ficar pelo pensar em qual das duas hipóteses a mais acertada, e voltando aos provérbios, " quem muito pensa, pouco faz".
mas cada um é como cada qual e de uma coisa tenho a certeza, não há uma formula certa para se ser feliz, existem várias. e outra, é que no meio ou nas pontas, o tempo passa e não volta para trás...
Tá boa, tá boa… Maccoy acabou de levar um puxão de orelhas…
PS: “pouco faz” para mim está óptimo…Maccoy é preguiçoso…
Do nothing. Just be. That’s my moto.
O meu alter-ego que se preocupe com a vida e as circunstâncias e a felicidade…. Ou eu é que sou o alter-ego?? Granda confusão…
ups! não era nada minha intenção puxar as orelhas ao McCoy...:-S.
Defendo a liberdade de cada um poder ser quem é, e viver como quer (óbvio que blá, blá, discurso de não prejudicar os outros).
Eu própria também sou muito pelo "just be", pelo "do nothing" é que já não porque sou uma idealista e acredito em milagres, naqueles que somos nós que fazemos com que aconteçam.
Quanto ao teu egodilema, compreendo, no meio de tantas egopersonalidades, ás vezes é difícil conseguirmos perceber quem é que costuma estar aos comandos do nosso próprio verbo "ser". Tem dias, tem fases, tem anos, tem vidas. E tem vontades, claro está. As nossas.
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